segunda-feira, 21 de novembro de 2011

sábado, 19 de novembro de 2011 (Foto: Campos 24 Horas )A denuncia que culminou na prisão foi feita por Secretária Municipal
A acusada(de capuz), no momento em que deixava presa a casa que tentou vender no conjunto do Novo Jóquei(Foto: Campos 24 Horas)
Policiais do Serviço Reservado(P-2) da Polícia Militar prenderam em flagrante na tarde deste sábado(19/11), a funcionária de uma empresa que presta serviços a prefeitura, Marinalva Rodrigues de Oliveira, de 33 anos, negociando a venda de uma das casas do conjunto residencial do Morar Feliz do Novo Jóquei. Ela recebeu voz de prisão no momento em que recebia R$ 7 mil das mãos de um policial militar que se passou por comprador.
O flagrante- A Secretária da Família e Assistência Social, Izaura Freire, foi informada na noite de sexta-feira sobre a negociação que seria feira neste sábado por Marinalva. A Secretária comunicou o fato à Polícia Militar e uma operação foi articulada. Um policial ligou para Marinalda se dizendo interessado em comprar uma casa e um encontro foi marcado para as 12h30 deste sábado. No momento em que era entregue a quantia de R$ 7 mil , Marinalva recebeu voz de prisão.
Marinalva, que trabalhava em uma creche da prefeitura em Guarus, já teria informado nomes de funcionários das Secretarias de Família e Assistência Social e Defesa Civil que seriam beneficiados com a venda de unidades do Morar Feliz no Novo Joquei. A acusada foi levada para a 134ª DL/Centro, onde prestou depoimento.
Segundo a Secretária Izaura Freire, casos de denúncia devem ser apurados e registrados na delegacia de polícia. ‘É lastimável que um programa habitacional como esse seja maculado por pessoas inescrupulosas. Por isso estamos aqui, para combater esse crime”, afirma a secretária.
Izaura Freire ainda informou será aberto um inquérito administrativo para apurar o procedimento da funcionária e o envolvimento de dois funcionários lotados na Secretaria da Família e Assistência Social  e um terceiro da Defesa Civil.  “Ela não tem nenhum poder, já que a casa não está em seu nome. Queremos saber se houve alguém facilitou as coisas para ela. Nesse caso, o funcionário pode ser demitido sumariamente. Outras denuncias estão sendo apuradas. É importante que a população também nos ajude, caso alguém cobre algo por alguma unidade do Morar Feliz”, disse

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